Mostrar mensagens com a etiqueta and if i was a super heroin?. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta and if i was a super heroin?. Mostrar todas as mensagens

26.2.18

!!! (Pim, pam, pum)


A idade tem destas coisas... para além de nos dar tempo para conhecer as coisas futuras e presentes deixa-nos explorar as passadas, que emergiram antes de nós.

Por aqui a novidade foi... Nina Hagen!!! Os !!! são por só agora aqui ter chegado!!

Que mulher, que poder, que musicalidade. Entrou imediatamente para a minha pequena galeria de divas (Patti Smith, Kate Bush e poucas mais).

Três exemplos desta assumida fã de covers:

Pim!


Pam!


Pum!


21.2.15

A fauna de Warhol

"Below, in this brief (mildly NSFW) clip from the Kino Library, we see a typical evening at Max’s Kansas City with the likes of Candy Darling, a topless, insane-looking lipstick-smeared Brigid Berlin, Paul Morrissey, Patti Smith and Robert Mapplethorpe, Taylor Mead, Ray Johnson, Marisol and others. That’s Warhol’s Factory assistant Gerard Malanga who we see smoking as the voiceover reader says the word “pretentious.”"



 Candy Darling, uma das estrelas do cinema de Warhol, Transexual e símbolo LGBT morreu, em 1974, aos 29 anos de linfoma. Foi a inspiração para várias formas de arte.

Uma fotografia sua, no leito de morte,da autoria de Peter Hujar, foi usada como capa do álbum de Anthony and The Johnsons I´m a Bird Now, de 2005. 


Esta imagem foi captada no mesmo momento em que diz a suas últimas palavras "You Know I Couldn't Last" eternizadas numa música de Morrisey (que também se encontra no video acima).



Em 1987 os The Smiths usaram também uma imagem sua, uma still do filme Women in Revolt, como capa do single Sheila Take a Bow.


 Também os Rolling Stones lhe dedicaram uma música - Citadel. Estes convieram de perto com toda a azáfama criativa da Factory enquanto se encontravam nos EUA.



Mas a referência maior a Candy e à sua vivência enquanto ocupante da Fábrica Warholiana veio em forma dois hinos

.
 Uma música que, como um espírito deixado neste mundo, nos leva a esse universo paralelo de arte, experiência, loucura e liberdade.



Trendsetter


A minha bolsa mensal teve que ser esticada para poder passar a ir ao ginásio sem maiores despesas (publicações semanais compradas: Visão, Sábado, Expresso) logo não fui a correr (oh a inspiração temática) comprar roupinhas todas XPTO.
Lá desencantei umas calças de Educação Física que nos últimos tempos eram usadas como pijama, uma t-shirt dos Sex Pistols que tinha a mesma função e mais uma ou outra camisola velha mas que tinha decote e não podia levar para o trabalho sob o risco de os senhores das obras me passarem as tardes a olhar para as meninas que dava para adaptar. Os ténis foram recuperados de umas aulas de Hip-Hop (lembram-se? era mais ou menos zumba mas com musicas da Britney Spears e da Aguilera... muito promissor portanto) a que a minha mana ia enquanto adolescente.

Quando cheguei à primeira aula as pessoas calçavam isto





O que é que eu calçava? Vintage caros leitores. Vintage! Já não há para o comum dos mortais. Como diz o título: Transetter. 



19.2.15

A slim fat girl diary



Não me apeteceu ainda escrever directamente sobre este assunto  por estar ainda a interiorizar a novidade mas algo se passou comigo que mudou completamente a minha percepção sobre como quero viver.
Devem ser os 30 anos a aproximarem-se (2,5 meses até lá) mas tenho um  maior medo de me detiorar sem razão. Não é morrer. É viver pior. Já andava assim há uns meses. Por exemplo, a relação com o álcool acalmou muito. Um copinho de vinho e basta. Mas no início do ano recebi a visita das minhas análises anuais... e em vez de boas notícias recebi colesterol. 
Sem drama. 228. O pior não foi a evidência ou o valor foi o que eles espelham. Ali, preto no branco, está escrito que eu sou inerte há 8!! anos e como tal qual uma criança deixada à solta num supermercado. Voltando à idade - quase 30!!! - e à tomada de consciência que se seguiu. Rapidamente comecei a procurar alternativas saudáveis às comidas que o Sô Dôtor me proibiu e inscrevi-me num ginásio.
Destas novidades lhes vou dar conta nestas páginas de uma Magra Gorda (48 quilos de gordura no sangue).

As primeiras impressões é que depois de uma aula de zumba (de que não fiquei fã) consegui perfeitamente vir para casa ler um livro de contos da Lídia Jorge. A intelectual em mim está a sofrer um upgrading. Qualquer dia consigo entender o mistério dos enterramentos em fossas da idade do Bronze enquanto dou três piruetas maluca ao som da Shakira.   

Se virem com atenção a menina que está mais atrás encontra-se alegremente e aos pulinhos a determinar porque é que a massa prevista do vácuo quântico têm pouco efeito sobre a expansão do universo.

24.6.14

Vou contar-vos uma coisa



Não tivesse eu sido bem educada pelos meus pais e hoje ia para cama sem banho e sem jantar.

Valha-nos o discernimento sábio de quem nos ama.

13.1.14

Parabéns ao moço


mas o ponto alto da sua carreira foi mesmo este!


10.1.14



Durante toda a vida seguiram paralelos. Algumas vezes fizeram tangentes um ao outro. Um dia intersectaram-se e desenharam um círculo perfeito.

Nós!

13.10.13

De como o Dom Duarte não me deixou dormir




Beja não é propriamente uma cidade com grande oferta cultural. Há, no entanto, quase sempre alguma exposição onde ir, cinema (um mais comercial com sessões todos os dias e às terças, no cine-teatro, uma sessão com um filme mais independente), espectáculos em vários locais desde o já mencionado cine-teatro Pax Iulia até aos organizados por bares ou associações. Há que estar atento e ir preenchendo a agenda.
Na semana passada, com poucos dias de aviso, começaram a aparecer uns cartazes a anunciar a Festa Azul no Castelo de Beja. Como só estou em Beja até sexta à tarde dei mais atenção à primeira noite da Festa, a noite de Quinta. Entre tunas e um DJ desconhecido havia um concerto de uma banda chamada Xeque-Mate. Curiosa e já a pensar em banda de bailarico fui procurar informações e aparece-me isto:


...É uma música chamada Vampiros da Uva e a banda é de Heavy Metal.
Imediatamente mudei de ideias e fui apenas beber um copo à Praça da República. Na volta, aproveitando a boleia de uma amiga, aparece-nos um homem de quase dois metros no meio da estrada. A minha amiga lá se desvia mesmo a tempo de eu dizer "Mas aquele é o Dom Duarte!!". A minha amiga fez uma razia ao herdeiro da monarquia, logo assim como apresentação. Passados uns segundos e ainda recuperar da visão Duartina começo a ligar os pontos...festa azul... azul é a cor da monarquia... Dom Duarte... Isto é uma festa do Dom Duarte!!! (a banda de Heavy Metal continua a não fazer sentido, mas como é dos 70´s, pode ser que o Dom Duarte os tivesse convidado como homenagem aos anos de juventude).
 
Vou para casa, visto o pijama, lavo os dentes e durmo.
Até acordar às duas da manhã com a voz da Rianna emitida pelo DJ duartino de serviço (a minha casa é mesmo ao lado do Castelo de Beja onde decorria a festa Azul...). E às 3h da manhã com a Katty Perry mixada não sei bem por quem. Ironicamente às 4h da manhã acordei com aquela do Wake me Up dos Avicii e às 5h ainda estava de olhos abertos (e a controlar a vontade de bater com a cabeça nas paredes) enquanto ouvia o seguinte



Por isso Dom Duarte (a quem eu às vezes gostava de ver no lugar do Cavaco) pode colocar a Festa Azul no seu real (Real!!) rabinho! É que aqui o povo tem que acordar às 6h da manhã para ir trabalhar.
 
Agradecida. 

9.10.13

O efeito borboleta




Sexta: jantar com amigos recém-casados.

Tarde de Sábado: visita a  casal de amigos com bebé recém-nascido.
 
Noite de Sábado: aniversário de amiga que se aproxima velozmente dos trinte.
 
Domingo: primeiro pensamento da manhã "The 30´s are coming. Tenho que andar de bicleta e trabalhar no meu bumbum brasileiro"

3.10.13

Giro!


"Para Jack Haddock, não há nenhum outro lugar no mundo como a sua casa. O britânico vive há 85 anos na mesma casa, em Walsall, para onde foi quando tinha apenas um ano, mas o mais interessante na sua vida é que ele ainda usa os mesmos equipamentos e ferramentas comprados pelos seus pais."

Daqui!

8.2.13



Quando escolho uma casa para alugar tenho preferência por casas velhas dos centros históricos em detrimento daquelas que até estão mais arranjadinhas e são mais recentes dos arredores. É assim que chego a lugares onde a casa de banho fica na cozinha, onde os quartos não tem janelas, onde tenho falta de estacionamento à porta e quando há uma tempestade não durmo com o abanar do prédio e com medo que a chaminé do prédio ao lado me caia em cima. Tudo isto eu aguento por achar pitoresco ter umas escadas de madeira, viver numas águas furtadas com vista directa para o Mondego, sair de casa e ter de andar 30 segundos até ao bar mais próximo e dois minutos até à rua do comercio. Adoro andar a pé nestas ruas velhas e cheias de gatos.
Há uma mescla de vizinhos, velhotes, estudantes e marginais. A triade boémia. 
Eis que depois de ter ido para o hospital acordei sem electricidade em casa (e no prédio). Para além do bem essencial que é (frigorífico, microondas e computador) eu não tenho gás em minha casa logo fiquei também sem fogão e sem caldeira para tomar banho. E como eu queria comer e tomar depois da aventura hospitalar...
Liguei para o senhorio e EDP sendo que ambos se encaminharam para a minha casa. Fui comprar velas.
 Quando cheguei o problema já estava resolvido. A minha queria vizinha do primeiro andar, uma jóia de simpatia, por a sua profissão não dar muito lucro (coisa que eu desconhecia, a senhora é prostituta) viu a sua luz cortada. Pois então o seu companheiro (aka chulo) achou por bem fazer uma puxada da luz da escada. Apanhou um choque e fez um curto-circuito que acabou com a luz do prédio toda.

Lili se mais alguma vez abrires a boca para adorar a diversidade do local onde moras lembra-te da tua casa iluminada apenas com luzes vermelhas do tipo cemitério (as únicas que encontrei à venda).

6.2.13

O dia em que dei na veia


Um recuerdo da minha passagem pelos Hospitais da Universidade de Coimbra

Tenho como ritual antes de ir dormir ver uma das mil séries que sigo. Ontem a escolha recaiu sobre Castle. Durante a visualização o meu corpo (talvez por não suportar a grande qualidade da série ou os seus enredos intrincados) revoltou-se. Deu-me uma pontada do outro mundo na zona dos rins e já não aguentava deitada. Andei uma hora de um lado para o outro, quase corcunda e depois tive que acordar a minha wing girl (AKA a minha irmã) e rumar aos HUC.

Sendo quatro da manhã cheguei ao Hospital em 10 minutos e ainda tive que parar num malfadado sinal vermelho, que nunca me pareceu ter demorado tanto a abrir (acrescente-se que para além de dor abdominal ainda estava regurgitar o jantar o que fez com que conduzisse com um saquinho, daqueles pequenos da farmácia que era o que tinha à mão, para ir deitando fora o que me agoniava, o pior era acertar com a abertura do saco enquanto metia mudanças).

Primeira vez nos HUC entrei com os sentidos bem atentos. Logo na inscrição - eu com lágrimas da dor - o senhor demorou uns 15 minutos a deixar-me ir para a triagem. "Qual a sua morada?" - É essa que está aí! "Qual a sua profissão?" - É tal! "É da ADSE?" - Não. Porque é que me pergunta isso? "A maior parte das pessoas são" - ....


Triagem. Eu cheia de dores, quase a contorcer-me snake style. O médico acha que de 0 a 10 tenho 4 de dor. Pelos visto a maior dor física que senti na vida é apenas nível 4. Devo ser uma sortuda ainda não ter sentido mais dor. Quando parir aparentemente devo morrer com a primeira contracção.

Sou logo chamada para ser vista. O médico - giro nas horas e aí da minha idade - põe as suas mãozinhas na minha barriga e começa a pressionar e a perguntar onde tenho dores. Concentro-me nas dores e não nas mãos. Tratamento: soro com uma coisa qualquer que ninguém me explicou, podia estar a fazer uma viagem à wonderland que nem sabia. Depois de tratada pedem-me que fique em observação. Onde? Numa cama individual? Numa daquelas salas com 20 camas cheias de velhinhos e gente com gripe? Não. Num corredor onde não para de passar gente...

A minha irmã está comigo e não encontra posição para dormir. São cinco da manhã. Ao meu lado uma velhota dorme e ressona. Ao lado da minha mana um casal. Ele de nariz partido manda palavras iradas para o ar contra o "amigo" que lhe deu um murro. Eu estou de olhos bem abertos, o soro que estava a levar na veia já acabou e fico a imaginar se não me entra uma bolha de ar para a corrente sanguínea. A minha mana manda-me calar. Estes pensamentos são recorrentes na minha pessoa. Fico com medo de tocar em tudo porque acho que vou apanhar uma doença. Não me tiram a agulha da veia porque "podem ser precisas novas análises" Passo 6 horas em "observação", num corredor de hospital e com uma agulha espetada na veia.

São seis da manhã. A hora mais negra da noite. Há música nos corredores. Muito baixinho passa o S&M dos Metallica... O tipo do nariz partido diz que aquela música lhe dá vontade de partir o gajo que lhe deu o murro. Repito...o S&M. Se fosse o Black Album o homem partia o hospital todo. A velhota ao meu lado é embalada pelos Metallica e a minha irmã também. O casal acaba por adormecer abraçado. Eu continuo com a porra da agulha no braço e o tubinho do soro pendurado naquelas estruturas de metal com rodinhas. Uma das rodinhas...não roda. Quero fazer xixi. Tenho que ir à casa de banho do hospital com uma agulha no braço e uma coisinha de rodinhas que não roda. Começo a ficar com ansiedade. Obviamente a vontade de xixi aumenta com a ansiedade. Tiro o saquinho do soro da estrutura de metal e corro para o WC. Calço umas luvas que surripei ao cantinho das enfermeiras. A casa de banho tem aquele sistema de luz em que temos que abanar os braços no ar para funcionar. Tento abrir as calças com a agulha no braço e o saquinho do soro na mão. A luz apaga-se estou eu a meio do processo. Tenho que abanar o braço e apenas o da agulha está numa posição conveniente. Abano devagar... não acende. Mexo as pernas para a frente a para trás...não acende. Abano a cabeça, acendeu. Faço o que vim fazer muito rápido.

Mais uma hora se passa. Não vejo uma alma. Dou  conta que os médico estão todos a dormir numa sala ao fundo do corredor. Começo a imaginar o médico giro a dormir. Lembro-me da Anatomia de Grey. Já não durmo à um dia. Imagino o médico giro a fazer outras coisas que não dormir. Shame on me. 

Duas horas mais tarde sou vista de novo. Aparentemente não tenho dores. Dão-me alta condicionada. Se tiver dores outra vez tenho que lá voltar. Não fazem a mínima ideia do que tenho pode ser uma dor renal e/ou abdominal e/ou do sistema urinário e/ou apendicite (embora esta pouco provável). Saio dos hospital às 9 da manhã. 

Vivo no centro da cidade. Nunca há lugar às nove da manhã. A minha hipótese é deixar o carro num descampado nos arredores da cidade, apanhar um táxi até casa, e voltar a apanhar um táxi para ir buscar o carro ao final do dia. Ainda assim passo à frente da porta de casa pode ser que o karma seja meu amigo. 
E é! Existe um único lugar livre. Estaciono, subo as escadas, tiro a roupa, aqueço um saco de agua quente, deito-me na cama e morro. A mana também.

Acordo às 5 da tarde. Não tenho luz em casa! (mas esse conto são outros quinhentos)

1.2.13

Ai que estou espartilhada!



Durante o século XIX e inícios do século XX muitas mulheres sofreram ao ter que usar espartilhos - dos verdadeiros, com osso de baleia - que lhes definiam a cintura. Entre muitas costelas partidas (como  se vê pela imagem elas ficavam bastante constrangidas) também os pulmões e caixa torácica eram espremidos fazendo com que a falta de ar ou afectação do batimento cardíaco não fossem invulgares. Muitas mulheres morreram devido a esta opção de beleza.

4.1.13

2013 em vontades



Ter um amante com sotaque australiano. Não precisa de ser da Austrália, basta o sotaque.
Ignorar a precariedade e voltar a ter brio profissional.
Ir à Toscana.
Ler 35 livros (o que vai ser um custo, este ano tive que fazer um verdadeiro sprint final para ler 30).
Variar de penteado. 
Subir, ao fim de uns 15 anos de fobia, para cima de uma bicicleta.
Andar de bicicleta.
Ir a Santiago de Compostela.
Tornar-me mestre das patologias dentárias medievais.
Voltar a ver Munford and Sons.
Ouvir in vivo e pela primeira vez Depeche Mode, Blur, Alt J, of Monsters and Men e Kings of Leon (so far).
Fazer mais geocaching.
Converter amigos para o geocaching.
Conviver mais.
Ficar menos em casa.
Poupar.
Arranjar cortinados, candeeiros e uma estante para minha casa.
Comprar um CD.
Trazer a aparelhagem de vinis na minha mãe e comprar vários LP´s.
Usar mais batom.
Ver, ouvir, ler um clássico por mês.
Tratar de saber de onde vem a minha dor ciática.
Tirar 50 euros do ordenado todos os meses e colocar no porquinho mealheiro que a minha mana me deu pelo Natal (maneira de pagar a viagem à Toscana).
Também todas as moedas de dois euros do meu porta moedas serão retidas no porquinho (maneira de pagar os concertos).
Mad Men, Game of Thrones, True Blood, Boardwalk Empire.
Novo do Tarantino, do Woody, do Almodovar.
Ver o Daniel Day Lewis.
Ir ao Teatro.
Fazer praia (de preferência mais do que as 4 vezes que fui este ano).
Dar um jantar em minha casa.
Dizer que sim a pelo menos três jantares em casa de outras pessoas.
Aprender a tocar guitarra.
Fazer bolos.
Não ceder à Zon ou à Meo.
Ir a Londres visitar a A., a O. e a N.
Visitar uma cidade espanhola onde ainda não tenha ido.
Fazer finalmente a minha tatuagem.
Conhecer, pelo menos, três novos sítios em Portugal.
Mimar mais aqueles que amo.
Visitar o Porto.
Embirrar menos com as pessoas que não sabem conduzir, com os peões que não sabem circular e com os carros mal estacionados.
Tentar ter uma hora de sono regular.
Ler as revistas que compro.
Imprimir fotos digitais e fazer um álbum.
Insistir no sorriso.

(em construção durante um ano)