"And every time, the leaves that have fallen Bring back to you my memory Day after day the lovers who’ve passed on Are blown away like autumn leaves" O fim não é o fim não é o fim não é o fim.
Lindo!! Arranjos que nos dão chills (nota-se o Júlio Resende) e uma voz.... Uma canção de 3 minutos tem que ser burilada ao máximo. Esta... a meu ver esta muito perto da perfeição!
Uma canção que é emoção. Nada do que se canta é excesso. Nenhuma nota está a mais.
Ali a chegar ao pódio destaco duas canções de autores experientes e muito competente. Poemas muito bonitos e que só pecaram por não serem exactamente "festival like".
Talvez a imagem não seja a melhor e as músicas de Balla (AKA Armando Teixeira) não necessitam de suporte visual. Lili tem uma voz que conheço de muito lado e a quem não tinha uma expressão para dar. Gostei muito de a conhecer assim!
JP nunca falha e revelou-nos a música mais experimental de todo o festival. A letra é sempre, sempre boa. Não passou à final mas não precisava o trabalho já estava feito.
The Americans é só uma das melhores séries do momento. Com uma subtileza desarmante para conhecedores de "tv shows" mas difícil de absorver por quem gostar de "explosões e porrada" contam-se aqui os meandros da vida de dois espiões russos nos USA dos anos 80. Para além de todas as linhas de argumento o contexto histórico é esmiuçado com verdade. Para mim, que trabalho a história, isto é ouro. Mas depois há momentos em que estamos presos por fios de tensão e os fazedores da série decidem levarnos ao limite tocando o Slices of Life dos Bauhaus.
Isto, meus senhores, é luxo de categoria Hermés.
Outro luxo é toda a imagem promocional da série. Algo que existindo para outros Tv Shows é aqui superiormente depurado.
Só porque é a blogotèque. Só porque é Father Jonh Misty. Só porque é Paris.
15.2.17
Segundo amiga emigrada no país do Brexit a razão de ela não querer ficar para sempre em terras de sua majestade está toda muito bem explicadinha na seguinte canção (já viram que agora ninguém diz canção?):