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9.4.16

Ainda Janeiro não tinha acabado e já 2016 tinha deixado a sua marca


A minha viagem ao Norte foi muito mais que formativa.  Sozinha e com uma rota  a seguir foram poucas as fotografias tiradas. Ando a aborrecer-me com todas as imagens. Prefiro usufruir. Isso é uma coisa que tem chegando de pantufas com os anos. 


A chegada à capital do país escocês é das bonitas que tive o prazer de experimentar. Mais de 15 minutos sobre o rio, as pontes e as ilhas. Tempo suficiente para reviver os livros e os filmes chave. Já estava rendida e ainda não tinha colocado os pés em terra. 




Edimburgo é uma cidade lindíssima. Começo a ter inveja das pessoas que vivem nestes locais com muito terreno plano e boas ruas para andar de bicicleta. O céu não costuma estar azul (segundo relato de amigos residentes) e o frio é mais que muito. Gosto muitíssimo. Visitei a Biblioteca Nacional da Escócia que não envergonha o país. E... corri em Princess Street.


Saí da Escócia num comboio inglês no meio de uma tempestade de neve (ah as almas românticas encontraram aqui abrigo seguro). O campo e costa que visitei com o olhar (Northumbria) durante a viagem até Durham eram deslumbrantes. Voltarei, um dia. Equipada com vontade, dinheiro e um amigo que queira conduzir do lado errado da estrada.
Durham é uma cidade de conto de fadas. Reparei que o meu deslumbramento imediato à vista de cada nova localidade é inversamente proporcional às gruas que se elevam nos céus. Aqui não há gruas. A cidade é mágica. As pessoas são simpáticas. Aceitam dinheiro escoçês sem fazer má cara e levam-nos a provas de vinhos. Voltarei.

O prazer de viajar sozinha está a crescer. Talvez com um irmão seja igualmente recompensador, não há grandes fretes que se faça com irmãos. Com um amante é capaz de tornar a coisa mais como uma paisagem do que uma vivência. Amigos só muito selecionados... aqueles que amamos como a irmãos.

24.4.14

Oito Artistas Noutro Lugar



Se há algo que me encanta em Beja é o seu castelo, modesto de dimensões mas (talvez por isso) muito reconfortante. Não é raro lá ir só para tonar um café (tem um sítio muito agradável e sossegado) ou apenas uma água na esplanada, normalmente, cheia de um sol reconfortante que muito puxa para a leitura.
Hoje fui em busca desse acolhimento (que do Sol nem sinal) e encontrei uma surpresa, a exposição de arte contemporânea Oito Artistas Noutro Lugar, sediada na Casa do  Governador, dentro do recinto muralhado.

Gosto destas exposições partilhadas, com gente única e trabalhos em vários suportes, a chamada miscelânia. Estava a meio da visita quando o curador em pessoa - Miguel Sousa Ribeiro - me veio de certo modo acompanhar (que luxo eu sei!). É sempre interessante conhecer a alma por de trás das coisas.

Gostei muito e faço planos de lá voltar. Desta vez acompanhada. Sempre me deu mais prazer usufruir da menor (sem bem que não menor em qualidade) oferta cultural da cidades mais pequenas do que escolher um dos 100 eventos que ocorrem, por dia em cidades mais populosas.

Em termos artísticos os trabalhos que mais me falaram ao coração foram os de Catarina Santos, Teresa Canto Noronha e Ana Bezelga. Mas podem também ser apreciadas oras de Ana Pais Oliveira, Daniela Nunes, João Louro (que me proporcionou a experiência angustiante de estar num palco a receber aplausos, embora reconheça que para muita gente esse seria um motivador matinal), Mariana Baldaia e Vitor Caos.

A exposição decorre de 23 de Abril a 23 de Maio.

Mais fotos da exposição aqui.



11.1.14

Hoje fui ao topo do mundo bejense e voltei


A caminho

No topo do mundo ou por outras palavras na Ermida de Santo António dos Açores,
 Vidigueira 

A vista do topo do mundo. 
Lá ao fundo, onde deixa de se ver, está Beja.


22.10.13

Vou


Teatro Rápido - Morrer na Praia



"Micro-peça no Teatro Rápido
Outubro de 2013
Texto de Filipa Leal
Com Inês Veiga de Macedo e Ana Lopes Gomes
Cenografia Miguel Bonneville
Vídeo Tomás Baltazar
Cartaz Teresa Types

 
Descrição
Leonor perdeu o marido. Perdeu-o na praia. Não se lembra de mais nada. Marca uma consulta de Psiquiatria porque quer recuperar a memória, quer descobrir o que aconteceu. Como um detective, a médica tenta perceber quem é aquela mulher, e o que há de verdadeiro na história que ela conta."
 
O absurdo do dia a dia´é por vezes de tal modo extremo que eu me confronto  se devo ou não escrever sobre certas coisas que me acontecem ou de que sei aqui no blog. Há uma tendência estrondosa para que, como diz o clichê, a ficção seja ultrapassada pela realidade.
Se penso duas vezes em contar certos episódios, é, exactamente, por achar que quem me lê os julgue falsos de tão improváveis.
É este o ponto de partida para a conversa que nos é dado assistir nesta peça (de que gostei muito). A linha que divide a realidade e a ficção, em situações não presenciadas é tão ténue, que a psicóloga tem dificuldade em a encontrar. Mais, a própria paciente julga que está a experimentar devaneios dignos de um louco.
O texto é interessante mas o trabalho das actrizes é exímio. Adorei.
O final é apoteótico. E demonstra que uma peça sob o tema "excluídos" não tem que pesar uma tonelada.
 
Recomendo!

21.10.13

Teatro Rápido - Burrocracia



Encenação e interpretação de Isabel Mões e João Ferrador. Estreia dia 3 de Outubro na Sala 1 do Teatro Rápido.
 
"Descrição
Centrado na questão da burocracia a peça revela, pela ficção e pelas histórias verídicas que lhe confluem, a exclusão do cidadão dos seus direitos pela ineficiência das instituições públicas.
Uma idosa falha o prazo para fazer a prova de vida e é declarada oficialmente morta nos dados da função pública. Empreende, então, uma luta titânica contra a arbitrariedade dos burocratas para provar que está viva. Pelo caminho reflecte nas opções de vida do seu passado e angustia-se por o filho não aceitar tomar conta dela. Um espectáculo sobre a insensibilidade esmagadora da burocracia e construído a partir de reclamações reais de cidadãos sobre o atendimento nas repartições públicas.
"
 
Este é um trabalho interessante sobre os obstáculos que a burocracia e a "papelada" representam na vida de um cidadão. No entanto, julgo que a peça podia ser desdobrada em duas. Uma focando-se mais no problema burocrático, muito bem abordado pelos actores e complementado por imagens gravadas com pessoas comuns junto das entidades burocráticas. Outra poderia optar por refletir sobre as escolhas que se fazem durante a vida e como é que elas podem influenciar o nosso futuro. No caso concreto da peça a relação entre a mulher e o filho.
Gostei do trabalho dos actores, gostei dos dois níveis de crítica, mas para uma peça de 15 minutos pareceu-me querer tocar em dois instrumentos ao mesmo tempo.

20.10.13

Teatro Rápido - O Arquivo


 
A peça de que mais gostei. A peça que mais me incomodou.
Há um género de acordo entre os actores e o público que, se nunca se verbalizou, pelo menos se sente num teatro regular. A penumbra que envolve a plateia serve tanto para esconder as reacções de quem assiste como para dar mais conforto ao actor, que assim não se confronta com as centenas de olhos postos em todos os pontos do seu corpo.
Em O Arquivo, a sala é mínima, terei contando dois bancos corridos com uns 8 lugares (dos quais 6 estavam preenchidos), dispostos em ângulo recto em torno do palco (sendo que os outros dois ângulos rectos eram constituídos por paredes). O efeito é um pouco claustrofóbico, o que se pronuncia mais quando os actores fazem o que lhes compete - actuar - e nos usam para fixar o olhar.
Quando se ultrapassa esta situação (se se ultrapassar, eu acho que a estranheza da posição onde me encontrava, tão perto da acção teatral nunca desapareceu) e a peça se desenrola percebemos que a proximidade serve bem o propósito do que viemos presenciar.
Num arquivo de livros (estranhamente livros que parecem ter saído das estantes cá de casa) uma mulher arruma-os em estantes, como é esperado da sua função, e um homem lê, recusando-se a coloca-los nos seus lugares. Toda a cena se torna muito kafkaniana ( e, de facto, Kafka e a sua metamorfose são parte essencial à compreensão do que algo se passa) e a questão que emerge é só uma: quando é que estamos mortos para o mundo (a sociedade?). Arriscando continuar: quando é que somos excluídos? Como podemos deixar de o ser?
Também há Oscar Wilde. Uma pequena cereja em cima de um generoso bolo.
 
Recomendo. 


De 3 A 28 DE Outubro
Sessões: 18:05, 18:35, 19:05; 19:35, 20:05
Texto e encenação de Hugo Biscaia Barreiros
Interpretação: Gonçalo Brandão e Soraia Tavares
Fotografia : Sérgio Dinis
Co-produção:
Mecanismo Criativo

23.8.13

Ericeira





 
As razões que nos levam a chegar e partir são múltiplas. Aquelas que nos fazem reaproximar são só nossas, fruto de uma vontade de reafirmar uma amizade 10 anos depois. Os percursos são vários e distintos, os gostos só por vezes tangentes... mas as gargalhadas são o que nos une. A genuinidade de um sorriso (que outros pensariam tolo) ou o à vontade em todos os gestos, essas são as marcas da amizade. Obrigada M. por uma tarde perfeita! 

8.4.13

A minha Lisboa é a tua Lisboa


Maravilhoso Sol de Inverno

"Já estava quase a chegar a São Pedro de Alcântara e resolveu meter pelo jardim. Disse de si para si que não havia luz como a de Lisboa, ao fim da tarde (...).
Visto do lado de cá, o Castelo de São Jorge, do outro lado, recortava-se em chapadas de ouro, banhado pela luz do poente, sobre massas compactas de verde, mais escuro aqui e ali, mais irregular a espreitar entre o casario neste e naquele ponto, entre as barbacâs e os telhados da baixa pombalina e alguma fachadas cor-de-rosa. Era o sky-line daquela zona de Lisboa, com a sua carga histórica, os seus declives íngremes, o seu casario irregular, mourisco, medieval, renascentista ou pombalino, a coexistência amena dos seus palácios e das suas casa humildes, os seus tufos intermitentes de vegetação, os seus terraços e miradouros, o céu cenário ao mesmo tempo majestoso e popular, em diálogo íntimo com o rio, com as outras colinas e com a baixa, com a própria luminosidade e os panos de sombra forte gerados nos contrastes da volumetria, até com os seus bandos de pombas e gaivotas, com todos os elementos naturalmente "orgânicos" que funcionavam em liberdade(...)"

Vasco Graça Moura in O Enigma de Zulmira

25.3.13

OUT


 
 
Este fim de semana estive fora de casa. Aproveitando as aberturas entre cortinas de chuva para estar com amigos e família.
Sábado à noite, sem surpresas para quem os viu no Alive, grande concerto de Munford and Sons no Coliseu dos Recreios.
Domingo de manhã visita ao teatro romano de Olissipo, uma falha de algum tempo que finalmente foi eliminada. Para além de muito bem localizado, junto à Sé de Lisboa e a caminho do Castelo de São Jorge, a Câmara de Lisboa faz o favor de o disponibilizar (e ao núcleo museológico) gratuitamente. Atentem neste exemplo...
 
Sobre ambos os acontecimentos mais posts em breve.

6.3.13

O Porto antes dos 27



 Os meus pais sempre nos levaram a laurear a pevide. Um domingo não era domingo sem que se saísse de casa para visitar qualquer coisa. As viagens para a aldeia da minha mãe, no distrito da Guarda, eram pretexto de desvios para outras terras e irmos conhecendo um pouco mais de Portugal.
Imprimi as mesma necessidades de passeata em todos os namoros. Sei onde estive e com quem. Os amigos também se juntavam a um ou outro passeio, sobretudo a partir da faculdade, quando temos as desculpas dos congressos e palestras.
Quando comecei a trabalhar (e mesmo antes disso já que o meu curso tem a possibilidade de fazer voluntariado nos meses de verão) iniciei a minha fase andarilha. Tirando Lisboa, o meu poiso parental, nunca paro mais que uns meses (na grande loucura um ano) no mesmo sítio. O meu coração está assim distribuído por muitas terras.

Mesmo com tanto andar para cima e para baixo em Portugal nunca estive mais que 24 horas no Porto. Antes do fim de semana passado foram apenas três as vezes que fui à Invicta.
A primeira, em 2002, foi uma visita de estudo. Nós de humanidades não tínhamos visitas e assim só conseguíamos sair dos subúrbios de Lisboa quando nos colávamos às turmas de economia e artes. Desse modo conseguimos ir à Marinha Grande e fábrica da Triunfo (Economia), Coimbra ver a Biblioteca Joanina (lá puxámos os cordões para ver qualquer coisa relacionada com Humanidades) e sair pela primeira vez num ambiente de gente grande (alunos universitários de 18 a 22 anos ahaha) para a extinta Via Latina e o mítico CCB (lêr Centro Cultural Dom Dinis) onde acabámos todos ébrios - obra do martini metz. No dia seguinte foram os alunos de artes os satisfeitos com uma visita a Serralves. Já na altura achei maravilhoso e o meu conceito de arte era regido por comic books e graphic novels.

Ora então está a Lili de 17 anos no Porto. Depois de Serralves tínhamos uma tarde só para nós. Sei que saímos da praça da Batalha e descemos até aos Aliados subindo depois para os Clérigos (obrigatório nos imaginários de qualquer não portuense). Fotos, fotos, fotos. Livraria Lello (ainda se podia fotografar). Estas escadas que giro. Para comemorar comprei um postal exactamente igual à fotografia (que ainda era analógica) que tinha tirado dois minutos antes. Descemos. Olha o Macdonalds, tão giro (fomos comer ao Mac). A visita ficou arrumada com um café tomado no Magestic (onde gastei o resto do dinheiro que tinha levado num café que não era nem metade do que bebia no Sr. Oliveira da minha rua). Avancemos.

Em 2003 voltei inesperadamente ao Porto... Por 20 minutos. O objectivo era ir Festival Ilha do Ermal mas o namorado da altura achou que era um esticão para a sua, ainda inexperiente, condução e sugeriu irmos de comboio. Eu agradeci. Foi também a minha primeira experiência num Alfa (achei fraquinho, até hoje não paguei mais para andar no Alfa). Chagámos à Campanhã e uma das vistas mais bonitas do Porto é a chegada de comboio por Gaia, sobretudo se o sol estiver nas duas últimas horas de luz. Se estava deslumbrada mais fiquei com a pequena viagem, entre túneis, para chegar a São Bento. Com São Bento caiu-me o queixo. Adoro estações de comboios, esta era a mais bela que já tinha visto. Passado três minutos estava a entrar num  carro de um amigo e fui passar a noite a Leça da Palmeira (era de noite não vi nada) antes de me dirigir no dia seguinte para  o Ermal.

Finalmente em 2011 fui dormir ao Porto. Um namorado tinha a mãe a viver por lá e como ele vivia acima do rio Douro era muito mais prático ir aos concertos na Invicta. A banda: Arctic Monkeys. O local: o Coliseu. Desta vez fui eu a conduzir. Tinha um medo que me pelava de conduzir no Porto eu que na condução sou toda destemida) mas até me desenrasquei bem. Descobri finalmente que o local onde se conduz pior e  existem os mais ranhosos peões é mesmo Coimbra. Ponto para o Porto. A casa da quase sogra era na Prelada, um sítio até engraçado não fossem os prédios altos de mais para o meu gosto. No entanto tinha um restaurante de sushi lá perto que muito me agradou. Estacionado o carrinho preferi apanhar os transportes até aos Aliados. Fomos comer ao Via Catarina (dos centros comerciais mais agradáveis que conheço) e ale para o concerto. O Coliseu do Porto é muito encantador. De fora ninguém imagina. O concerto foi bom, o som foi bom e o público também. Já tínhamos um ratinho na barriga e decidimos ir ao Piolho (de que eu desconhecia a existência, shame on me). Lá passei novamente (e desta vez de noite) pelos Clérigos e Lello (reconhecendo os locais de 2002) e fiquei a saber onde era a Reitoria (mui bonita) e o Piolho (óptimas imperiais finos). Sei que emborquei uma data delas e como era um grupo jeitoso nem uma paguei. Adorei! Depois do Piolho fomos a um bar, Altar Bar, ouvir um amigo por música (não faço ideia onde fica). Cheguei a casa e morri para a vida.

Sempre gostei do que vi no Porto. Nunca tinha usufruído. Urgia uma visita como devia ser (mas isso é tema para outro post).

P.s. Ainda pensei colocar aqui uma foto da Lili de 2002 na Torre dos Clérigos mas quis poupar-vos (e a mim) a uma visão de uma pulga, com cara de 12 anos, mascarada vestida de metaleira.

23.2.13

Vou passar um fim de semana ao Porto? Quero sugestões minha gente!



Ora bem, finalmente vou ao Porto com tempo. O motivo principal é o Fantasporto mas vou ter tempo também para outros passeios. Como conheço pouco da cidade venho aqui pedir sugestões de coisas para visitar, ver, apreciar e onde comer.
 É importante dizer que fico na Rua de Santa Catarina e estou sem carro.

Obrigatoriamente, Sábado, dia 2, à tarde vou estar na Praça da Batalha em protesto! (já agora fiquem a saber onde ficam as manifestações mais próximas de vocês)

| 2 de Março |

10:00
Praça da República | Horta

14:00
Praça 5 de Outubro | Tomar

14:30
Praça 25 de Abril | Caldas da Rainha

15:00
Avenida Central | Braga
Praça da República | Coimbra
Praça do Município| Covilhã
Embaixada Portuguesa | Londres
Parque da Cerca | Marinha Grande
Largo 2 de Março | Ponta Delgada
Jardim em frente ao Colégio | Tomar
Praça da República | Viana do Castelo

16:00
Estação CP | Aveiro
Largo do Museu | Beja
Praça do Município | Castelo Branco
Largo das Freiras | Chaves
Largo do Carmo | Faro
Praça do Município | Funchal
Fonte Luminosa | Leiria
Praça Marquês de Pombal | Lisboa
Praça da República (Mercado) | Loulé
Praça Manuel Teixeira Gomes | Portimão
Praça da Batalha | Porto
Frente à Cãmara Municipal | Vila Real
Jardim de Santa Cristina | Viseu

18:00
Boston Public Library | Boston

16.2.13

Finalmente



depois de dois anos sem férias vou tirar uma manhã!! para ter um fim de semana grande a laurear a pevide e devorar filmes no Porto! E vou ficar num hostel que até me faz brilhar os olhinhos.

29.12.12

Um ano em coisas, Cap.3: aleatório de fotografias com partes do corpo


Na obra, com o caderno de registo diário. A letra essa é indecifrável.

Uma das inovações que me permiti este ano foi de me arranjar com um telemóvel táctil... até porque eu não adquiro estas coisas, eu sou convencida ou então cedo a adquiri-las.
Bom esse telemóvel, para além de uma outra aplicação (sobretudo para o geocaching), fez-me estar sempre de arma em punho, que é como dizer de máquina fotográfica (giro isto de chamar máquina fotográfica a uma coisa que já não o é - aliás quando deixámos de chamar os mecanismos de máquinas?).
Como passo milhares de minutos quase sozinha durante o meu dia, ao arranjar as fotos para esta pequena resenha que tenho feito do meu ano, deparei-me com um exagero de fotos em que não apareço de corpo inteiro.
O engraçado nessas fotos é que retiradas do álbum respectivo acabam por espelhar bem certos pormenores ou locais onde estive. Aqui vai então o capítulo 3: fotos em que apenas apareço aos bocados.


Na visita à villa romana do Monte da Chaminé, em Ferreira do Alentejo. 
O trigo estava acabadinho de apanhar.


Tive muito tempo para voltar a treinar as minhas bonecas de papoila.


O Pôr do Sol no regresso do trabalho. 
O Alentejo no seu melhor.

Olhando as águas de um ribeiro (Alentejo)

Esta tinha que aqui vir parar: primeira foto com o telemóvel novo


Nos poucos momentos em que posso trabalhar numa esplanada. 
Três vezes mais trabalho feito, três vezes melhor disposição.

Passeio por Lisboa - Cais das Colunas- num daqueles dias de Setembro
 em que já está fresquinho ao final da tarde
 e por isso mais vale ficar tipo "lagarto ao Sol" a aquecer.


Na melhor exposição a que fui este ano - a de Fernando Pessoa na Gulbenkien - uma foto a uma parte de mim.

Hora de almoço no olival


Num dia com chuva inesperada são os sapatinhos que mais sofrem

Galgando muros à procura de tesouros

Com os pés de molho numa Barragem alentejana.
Nada melhor para enganar o calor de Verão.

A apanhar banhos de Sol, para os lados de Tomar, com os amigos (lá ao fundo) durante o festival Bons Sons.
Sempre a ler. Aqui, a aproveitar uma pausa no trabalho, na sombra de um Salgueiro.
Na visita à villa romana do Monte da Chaminé. 
Caminhando sobre eras passadas.

Foi o ano em que finalmente (a)provei os gelados do Santini. 
Aqui a minha mão juntamente com as  da família.




Numa visita às famigeradas obras do Metro do Mondego. 
Agora ninguém passa por esta ponte.

Junho, praia do Pego. Dos poucos banhos de sol do ano. 
Mas cada um valeu uma lavagem na alma.