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21.3.17




O mundo académico é suposto ser desafiante. E é! Mas não do modo como inicialmente possamos pensar. Agora que me iniciei na via sacra de obter o Pê-Agá-Dê reparo que a minha maior dificuldade é lidar com níveis de burocracia e desinformação à escala o godzilla (ou novo King Kong) da parte das universidades e FCT. Posso contar aqui que (quase) ninguém me conhece que ainda que a tese e a investigação estejam a correr muito bem quando alguém me pergunta pelo Pê-Agá-Dê coloco um ar de desalento e tristeza na cara porque apenas faço merda em tudo o que é secretarias.

Vou acabar com um Pê-Agá-Dê em serviços e competências públicas e isto deve ser a praxe...

26.4.16


Lili acha que consegue dominar várias coisas.
Acumula tarefas como se fosse mãe de 11 filhos (que não é).
Chega a casa com o tempo do banho e do jantar contado para que possa despachar o máximo do trabalho de computador que tem para fazer.
Lili está há mais de uma hora a ler blogues.
Acha também que o melhor modo de interromper este ciclo de inércia é vir ao seu próprio blog deixar esta posta de pescada.

27.7.15


Em Beja

Posso estar longe de paredes queridas ou abraços confortantes.
Posso estar longe de uma cama que reconheço e de um espelho que me conhece.
Posso não ter espaço para animais de estimação.
Posso ter que escolher apenas plantas de folha carnuda ou cactos.
Posso lutar por manter rotinas.
Mas tenho sobreiros e abetardas. 
Tenho todos os livros de bibliotecas.
Tenho a novidade.
E os lugares... não há substituto para os lugares que nunca se chega a conhecer.

25.7.15


Férias já  se foram e começa agora uma nova etapa.
Um mês e meio mais em Beja. Terminar o trabalho iniciado e rumar ao Centro do país lá para meados de Setembro.
Depois é voltar onde já fui  - por quatro vezes - feliz. E iniciar a investigação que sempre quis fazer.
Quando é por gosto não cansa não é mesmo?
Entretanto arranjar mais 20 000 projectos para ter  income (na carteira e na vida).
E descansar? 
Mudar para mim já é descansar. 
A vida não têm modo de pausa.

16.2.15



O provérbio é oriental: o melhor modo de viver uma vida inteira sem trabalhar é fazer sempre aquilo que se gosta.












24.9.13

O caminho faz-se andando


Depois de uma interrupção para colocar a vida nos trilhos eis-me de volta, como o Outono!
 
Resumindo o que os meus dias têm sido:
 
1. Já sou mestra (das doenças dos dentes dos esqueletos medievais, sim sim) com nota justa e que muito me alegrou.
 
2. Voltei de Coimbra para Lisboa.
 
3. Ocupei o  Coração (e bem!)!
 
4. Novo trabalho em Beja, cidade onde nunca tinha vivido e que ando a experimentar muito devagarinhooo (11h de trabalho amigos!! isto é produtividade).
 
5. Novos companheiros de casa e de trabalho. So far, so good!
 
E assim de forma muito simplificada é isto!

8.8.13

O que andei a fazer e por onde ando...


O que andei a fazer...
 






O que ando a fazer...
 
 

 

30.5.13

A tese, esse bicho!



Fiz uma pausa aqui no estaminé para me concentrar na escrita da tese. Durante um mês ecsrevi uns quantos capítulos. Volto a escrever aqui, escrevo dois capítulos inteiros em três dias...

17.4.13

Tese: o progresso



0-- -- -- -- --|-- -- -- -- --100

A tese tem um limite de 100 páginas (sem contar os capítulos do género índice e os anexos) e por isso estou oficalmente a meio do caminho.
Mas porque é que a senhora aqui em cima (que by the way vem direitinha de um grande filme Bridesmaids) tem o ar que apresenta?
Porque estas 50 páginas são, apenas, dos quatro capítulos introdutórios e teóricos... Ou seja, prevejo aqui cortes grande quase à laia de Victor Gaspar...
Mais que uma fala barato parece que sou uma escreve barato...   

14.2.13


O que eu sei é que em vez de ter que limpar a carteira dos papeis uma vez por mês tenho que limpar todas as semanas, tal é a montanha de recibos.

4.12.12




Não é limpar ou arrumar a casa que me dá dor de cabeça, gosto de ter o meu habitáculo limpinho e cheiroso e o processo também me agrada. Coloco uma música boa e é como se ao limpar o chão ou os móveis estivesse a fazer uma arrumação à alma. 
O mesmo já não se aplica à arrumação do portátil. É a coisa que mais detesto e eu sei que a culpa é minha por não ser a pessoa mais organizada do mundo (no fundo eu sei que se tivesse nascido num país como os EUA era ou uma acumuladora ou uma viciada em cupões de descontos, que provavelmente  por falta de espaço, seria também uma acumuladora). Assim tenho o portátil cheio de tralha e é o ambiente de trabalho que melhor espelha esse facto. Artigos para a tese que demoram meses a ser lidos, são as imagens que encontro para o blog, são ficheiros de trabalho, fotos que ainda não organizei, uma miséria. 
Uma vez por mês obrigo-me a arrumar toda esta tralha virtual - na semana em que tenho que elaborar o relatório mensal - e  hoje é esse dia. Fico furiosa porque sinto este tempo como tempo desperdiçado e ainda me dá uma dor de cabeça brutal meter tudo em pasta e pastinhas.

E foi assim que eu fiz um post sobre a limpeza do meu ambiente de trabalho (para que possa, de facto, trabalhar).

24.11.12



Companhia, num sábado carregado de chuva e cinzento, na leitura de artigos para a tese. Nas mãos, invariavelmente, uma caneca de chá. Sabem bem estes dias em que tenho que ficar compulsivamente em casa.

A mana está aqui ao lado a estudar Teoria da História de Arte mas ela é mais pessoa de capuccino.

29.7.12




Descobri o Zon Fon e fiquei abismada. Como é que isto me escapou? Eu que andava com a TMN móvel sempre no limite e com uma velocidade vergonhosa agora posso ter acesso a net em quase todo o lado, incluindo telemóvel, e a uma velocidade muito mais rápida!

Foi o brinde do dia de hoje. (a fava foi ter que usar a dita net para ir ao site das finanças...)