Mostrar mensagens com a etiqueta a suar as estopinhas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta a suar as estopinhas. Mostrar todas as mensagens

21.3.17




O mundo académico é suposto ser desafiante. E é! Mas não do modo como inicialmente possamos pensar. Agora que me iniciei na via sacra de obter o Pê-Agá-Dê reparo que a minha maior dificuldade é lidar com níveis de burocracia e desinformação à escala o godzilla (ou novo King Kong) da parte das universidades e FCT. Posso contar aqui que (quase) ninguém me conhece que ainda que a tese e a investigação estejam a correr muito bem quando alguém me pergunta pelo Pê-Agá-Dê coloco um ar de desalento e tristeza na cara porque apenas faço merda em tudo o que é secretarias.

Vou acabar com um Pê-Agá-Dê em serviços e competências públicas e isto deve ser a praxe...

20.7.15

21.2.15

Trendsetter


A minha bolsa mensal teve que ser esticada para poder passar a ir ao ginásio sem maiores despesas (publicações semanais compradas: Visão, Sábado, Expresso) logo não fui a correr (oh a inspiração temática) comprar roupinhas todas XPTO.
Lá desencantei umas calças de Educação Física que nos últimos tempos eram usadas como pijama, uma t-shirt dos Sex Pistols que tinha a mesma função e mais uma ou outra camisola velha mas que tinha decote e não podia levar para o trabalho sob o risco de os senhores das obras me passarem as tardes a olhar para as meninas que dava para adaptar. Os ténis foram recuperados de umas aulas de Hip-Hop (lembram-se? era mais ou menos zumba mas com musicas da Britney Spears e da Aguilera... muito promissor portanto) a que a minha mana ia enquanto adolescente.

Quando cheguei à primeira aula as pessoas calçavam isto





O que é que eu calçava? Vintage caros leitores. Vintage! Já não há para o comum dos mortais. Como diz o título: Transetter. 



19.2.15

A slim fat girl diary



Não me apeteceu ainda escrever directamente sobre este assunto  por estar ainda a interiorizar a novidade mas algo se passou comigo que mudou completamente a minha percepção sobre como quero viver.
Devem ser os 30 anos a aproximarem-se (2,5 meses até lá) mas tenho um  maior medo de me detiorar sem razão. Não é morrer. É viver pior. Já andava assim há uns meses. Por exemplo, a relação com o álcool acalmou muito. Um copinho de vinho e basta. Mas no início do ano recebi a visita das minhas análises anuais... e em vez de boas notícias recebi colesterol. 
Sem drama. 228. O pior não foi a evidência ou o valor foi o que eles espelham. Ali, preto no branco, está escrito que eu sou inerte há 8!! anos e como tal qual uma criança deixada à solta num supermercado. Voltando à idade - quase 30!!! - e à tomada de consciência que se seguiu. Rapidamente comecei a procurar alternativas saudáveis às comidas que o Sô Dôtor me proibiu e inscrevi-me num ginásio.
Destas novidades lhes vou dar conta nestas páginas de uma Magra Gorda (48 quilos de gordura no sangue).

As primeiras impressões é que depois de uma aula de zumba (de que não fiquei fã) consegui perfeitamente vir para casa ler um livro de contos da Lídia Jorge. A intelectual em mim está a sofrer um upgrading. Qualquer dia consigo entender o mistério dos enterramentos em fossas da idade do Bronze enquanto dou três piruetas maluca ao som da Shakira.   

Se virem com atenção a menina que está mais atrás encontra-se alegremente e aos pulinhos a determinar porque é que a massa prevista do vácuo quântico têm pouco efeito sobre a expansão do universo.